Votar em palhaço pode ser forma de protesto?

domingo, 11 de outubro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

Somos todos iguais?

Em 1948,a ONU ,Organização das Nações Unidas, publicou a Declaração Universal dos direitos humanos.Segundo ela,todos nós somos iguais perante a lei.Sendo assim,temos direito à vida,à liberdade, à segurança e à proteção contra qualquer discriminação. Uma vez que, as diferenças são a base da identidade das pessoas,portanto devem ser respeitadas.
Um tema bastante discutido ultimamente é o homossexualismo - relacionamento entre pessoas do mesmo sexo-.Uma orientação sexual diferente gera posicionamentos distintos entre as sociedades.O homossexual é vítima das mais constrangedoras situações,das mais brutais injustiças. Esse lamentável fato gera a homofobia- aversão ou discriminação contra gays e lésbicas- e pode partir de diferentes origens como o posicionamento da família,da igreja e da escola

Família

É notável que ,em boa parte dos ambientes familiares,os pais educam as crianças para “não serem homossexuais”.Em geral, os pais temem que seus filhos sejam “gays” e suas filhas sejam “lésbicas”.Adotam,então,estratégias que visam reforçar o padrão sexual instituído, a heterossexualidade. Essas estratégias vão desde brincadeiras denegrindo a imagem do homossexual até vigilância quanto a “sinais” que indiquem “homossexualismo”.
Em Caxias,um bebê foi deixado pela mãe em um hospital,essa seria mais uma das tristes histórias de crianças que são abandonadas e ingressam no mundo da criminalidade. No entanto,o destino mudou a história dele,já que foi adotado por duas mulheres homossexuais. Depois de enfrentar a burocracia do Poder Judiciário e o preconceito, o casal conquistou o direito de exibir na certidão do bebê ambos os nomes. A criança está com as duas mulheres desde 2002.

Igreja


Em 1995,o padre José Antônio Trasferetti, conhecido como “padre gay”, foi premiado com o troféu Triângulo Rosa, conferido pelo Grupo Gay da Bahia, o mais ativo defensor dos direitos dos homossexuais no Brasil. O padre ganhou o prêmio pelo empenho em abrir as portas da Igreja para os homossexuais. Evento gerador de inúmeras críticas tanto da sociedade quanto da igreja.
A Igreja católica declarou,nos últimos tempos, que desejos ou atrações homossexuais não são necessariamente pecados.Todavia são “tentações” que influenciam o cristão a cometer o pecado e tentações além do controle de uma pessoa não são consideradas pecaminosas. Por esta razão,mesmo a igreja pregando o celibato entre homossexuais, ela também conclama respeito e amor por aqueles que têm atrações por pessoas do mesmo sexo.

Escola



Em 2004,houve uma pesquisa realizada pela UNESCO -Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura-, com estudantes de 13 capitais do país e do Distrito Federal. 25% dos alunos pesquisados afirmaram que não gostariam de ter um colega de classe homossexual. E foram acompanhados por 20% dos pais, que disseram que não gostariam que os filhos estudassem com colegas homossexuais.
Carmem Lúcia Ribeiro,24, ainda não conseguiu esquecer o período turbulento da escola. Com apenas 16 anos, além de enfrentar as dificuldades naturais da adolescência, Carmem teve que conviver com o preconceito de quase todas as colegas de turma, que a isolavam pelo fato de ela ser lésbica. “Como eu era meio estereotipada, as pessoas da turma começaram a me perseguir. Quando eu chegava à escola, minha carteira estava riscada com o nome de ‘sapatão’. As pessoas também colocavam estas mensagens nos banheiros”. A perseguição chegou ao ponto de que todas as meninas da sala pararam de falar com ela. Para enfrentar a sensação de isolamento e a tristeza, Carmem mergulhou nos estudos. “Eu me sentia muito mal, então resolvi me dedicar bastante aos estudos, pois eu imaginava que se ninguém queria falar comigo eu precisava, pelo menos, me destacar em alguma coisa”, conta.
Uma nova pesquisa foi feita pela Ritla (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), o estudo "Revelando Tramas, Descobrindo Segredos: Violência e Convivência nas Escolas" apresenta dados que mostram, mais uma vez, a homofobia no ambiente escolar.Segundo a pesquisa 63,1% dos entrevistados (em uma amostra de 10 mil estudantes e de 1.500 professores) alegam já ter visto pessoas que são homossexuais sofrerem preconceito.Além disso, 44,4% dos meninos e 15% das meninas afirmam que não gostariam de ter colega homossexual na sala de aula. É decepcionante.



A Mudança

No mundo todo, os movimentos gays têm conseguido importantes vitórias jurídicas, aprovando leis que tornam crimes qualquer ato considerado discriminatório quanto à opção sexual das pessoas. O Brasil não é exceção. Com o apoio declarado da maior parte da mídia, diversas leis (federais, estaduais e municipais) passaram a vigorar, concedendo a esse eles, direitos que eram inimagináveis há pouco tempo atrás. Uma agravante dessa questão é que qualquer pessoa que se declare contrária a tais práticas é condenada à execração pública e rotulada de homofóbica.
2006 foi o ano de novas conquistas do movimento homossexual no mundo. A mais importante foi a legalização do casamento homossexual na África do Sul, o primeiro país africano a fazê-lo,onde a homossexualidade havia sido proibida nos tempos do Apartheid. Já a Bélgica aprovou uma lei autorizando a adoção por casais homossexuais.
A justiça brasileira,ainda em 2006, concedeu o direito às primeiras adoções feitas por casais homossexuais, fazendo com que fossem emitidas certidões de nascimento nas quais não constam as palavras “mãe” e “pai” e sim o nome do casal adotante, sejam duas mulheres ou dois homens. Outra grande conquista foi a de homossexuais brasileiros poderem trazer para o nosso país seus parceiros estrangeiros, através de pedido de reunião familiar.

Luana Camargo

domingo, 2 de agosto de 2009

Paz no Oriente Médio

Os conflitos entre israelenses e palestinos não são recentes, provêm de uma longa jornada histórica que envolve ambos os povos.Os dois filhos de Abraão, Ismael e Isaac, formaram, respectivamente, os povos árabes e hebreus.Estes foram os primeiros a ocuparem a região da Palestina,no entanto muitos deles foram para Europa trabalhar e prosperar.Os árabes então, tomaram conta da região abandonada pelos israelenses.O problema surgiu quando os judeus, após o holocausto sofrido pelos nazistas, perceberam que precisavam de uma pátria e decidiram ocupar o seu antigo território.
A primeira tentativa de paz foi realizada pela ONU que propunha a divisão das terras.Todavia a divisão foi injusta,uma vez que maioria das terras foi destinada aos hebreus. O grande “vilão” desta vez foi os Estados Unidos que além de financiar os israelenses contra os palestinos ainda criou a Alcaida,organização que treinava árabes terroristas para fazerem a Rússia sair do Afeganistão. Os membros da Alcaida,porém,não trabalharam somente a favor dos EUA,eles trocaram de lado e,desta vez,foram contra Israel.
A obtenção de terras e criação do estado palestino não são os únicos pontos em discursão na guerra,já que ela também envolve disputas pela hegemonia da religião,busca por petróleo,práticas de intolerância e nacionalização de Jerusalém. Este último motivo merece cabível destaque uma vez que os dois povos querem a cidade sagrada como sua capital.Uma solução seria Jerusalém como capital de ambos, porém Israel é bem clara nesse ponto dizendo que não abre mão da cidade como a sede indivisível do Estado judeu.
Neste ano,comemora-se 5770 anos da Era Mundana Judaica,1387 anos da Hégira Maometana,8 anos do atentado terrorista ás torres gêmeas do World Trade Center,em Nova York, e a posse do novo presidente americano Barack Obama.Há quem diga que este seja o ano em que as mudanças se iniciarão no Oriente Médio.Um dos responsáveis por isso é o novo posicionamento tomado pelos Estados Unidos na guerra.Os acordos já estão começando a ser discutidos e apesar de ainda não terem surgido efeitos consideráveis, a busca por solução pode ser considerada uma primeira vitória.No entanto,é imprescindível que o mundo continue pressionando as partes para um tratado,para que,assim,possamos ter paz no oriente médio.

Luana Camargo Brito

Paz.!.

“A luta pela paz ,que não significa a luta pela abolição,sequer pela negação dos conflitos,mas pela confrontação justa,crítica dos mesmos e a procura de soluções corretas para eles é uma exigência imperiosa de nossa época.” Paulo Freire
“Tolerar a existência do outro e permitir que ele seja diferente ainda é muito pouco. Quando ele tolera,apenas se concede, e essa não é uma relação de igualdade,mas de superioridade de um sobre o outro.Deveríamos criar uma relação entre pessoas da qual estivessem excluídas a tolerância e a intolerância.” José Saramago

domingo, 5 de julho de 2009

O que vale uma pessoa?

Morrem 27 milhões de pessoas por ano na África!



Michael Jackson sofre parada cardíaca e morre em Los Angeles!


Qual faz mais efeito?

Pense e reflita.

domingo, 28 de junho de 2009

Se resignar?



Sem comentários...

(Faixa de Gaza_Retirado do observatório da infância)

sábado, 20 de junho de 2009

Morrer pela pátria ?

É revoltante a situação vivida pelas crianças que presenciam os conflitos entre israelenses e palestinos no Oriente .
Pelo menos 900 crianças palestinas que foram expostas ao poder bélico israelense ou perderam familiares na guerra sofrem atualmente distúrbios psicológicos devido à violência vivida, ônus da difícil relação entre as nações vizinhas.
Pagam por serem de diferentes etnias,diferentes crenças e pior: pela ganância de outros.
A aflição das crianças não é justificada por petróleo,intolerância ou território,mas por maudade de uns e outros.
Elas não possuem suporte psicológico para passarem por tal situação e a sociedade acaba criando assassinos frios que não entendem a guerra mas querem acima de tudo eliminar a etnia alheia.
Centenas de crianças palestinas são capturadas, interrogadas (à maneira de Israel) e presas pelas autoridades israelenses todos os anos, de acordo com o órgão Defense for Children International, uma organização não-governamental que monitora as condições de detenção de crianças e as representa em julgamentos.
Um total de 376 crianças palestinas abaixo de 16 anos de idade estão presas em cadeias israelenses. As crianças são submetidas às piores formas de abusos, como punição física, humilhação, abuso sexual e outras formas de tortura, de acordo com o relatório da DCI. Casos assim têm se tornado freqüentes nos territórios ocupados da Palestina, principalmente após a Segunda Intifada, iniciada em setembro de 2000, e muitos órgãos de direitos humanos procuram expor a realidade das prisões infantis israelenses.

Revoltante.

sábado, 6 de junho de 2009

Felicidade na África

É fácil ser feliz ...

Não passando fome...
Não estando frente a uma guerra civil...
Não precisando viver feito animal...
Não tendo que olhar para seu filho sujeito a inúmeras doenças...
Não vivendo em meio a falta de democracia...
Não presenciando condições precárias de saúde...
Não sendo necessário ver o mundo todo assistindo seu sofrimento e não fazendo absolutamente NADA.

É difícil ser feliz na África ...